
Não há um preço único para um levantamento com drone. O valor depende do trabalho: o tamanho da área, a precisão de que precisa, os resultados que quer receber e quantas vezes o local tem de ser voado. Conhecer estes fatores ajuda a pedir só o necessário e a comparar propostas.
1. A área e o terreno
Quanto maior a área, mais tempo de voo e mais fotografias. Relevo acentuado, vegetação densa ou edifícios altos obrigam a voar mais baixo ou a fazer mais passagens. Áreas extensas e abertas cobrem-se mais depressa com drones de asa fixa; locais pequenos ou com obstáculos, com multirrotores.
2. A precisão
Para medir com precisão até 5 cm são precisos pontos de apoio no terreno ou um drone com RTK. Isso acrescenta trabalho de campo ou exige equipamento melhor, mas é indispensável para volumes, plantas topográficas ou projetos. Para uma visão geral ou para acompanhar uma obra, a precisão do GPS do drone pode chegar.
3. Os resultados que pede
Uma ortofoto não exige o mesmo que o modelo 3D de um edifício ou um relatório de volumes. Os edifícios pedem também fotografias oblíquas, além das verticais. Peça só os resultados de que vai precisar: ortofoto, modelo digital de elevação, curvas de nível, modelo 3D ou cálculo de volumes.
4. A frequência
Um levantamento único é diferente de uma recolha mensal ou trimestral. Os levantamentos periódicos permitem comparar datas e acompanhar uma obra ou uma pedreira; cada recolha é um serviço próprio.
5. O piloto e o equipamento
Um piloto com experiência, as licenças adequadas, um drone e uma câmara de melhor qualidade, que reduzem o risco de ter de repetir o voo e garantem o melhor resultado.
Como saber o preço antes de confirmar
No NioPilot, o serviço de pilotos do NioMap, escolhe o piloto e o drone na app e vê o preço e a data antes de confirmar. O preço é definido pela plataforma conforme o piloto, o equipamento e a disponibilidade, e só paga o serviço que confirma. Os dados são processados no NioMap e os resultados ficam na sua conta.


