
Com um drone mede toda a superfície de uma pilha ou escavação, e não só alguns pontos, sem ninguém ter de subir ao material. O processo tem quatro passos, do voo ao relatório.
1. Planear o voo
Voe a área com sobreposição suficiente entre fotografias para reconstruir a superfície. Nos volumes, a precisão conta: use pontos de apoio no terreno ou um drone com RTK para chegar a uma precisão até 5 cm. Sem drone? Contrate a recolha a um piloto certificado no NioPilot.
2. Processar as fotografias
Carregue as fotografias no NioMap. Em minutos, o processamento gera a ortofoto, o modelo 3D e o modelo digital de elevação (MDE), que é a base do cálculo de volumes.
3. Escolher a referência
O volume é sempre medido em relação a uma superfície de referência. No NioMap pode usar:
- um plano ajustado à base da pilha, para pilhas isoladas;
- uma cota de base fixa, para escavações até uma profundidade definida;
- a superfície do projeto, para comparar o terreno com o que foi desenhado.
4. Medir e gerar o relatório
Delimite a zona no mapa. O NioMap calcula o volume de corte e de aterro em m³ e mostra o mapa de corte e aterro por zona. Pode medir várias zonas no mesmo levantamento, gravar as medições e juntá-las num relatório.
Acompanhar ao longo do tempo
Com levantamentos periódicos, compare as medições de cada data para saber quanto material entrou ou saiu. É o que se faz em pedreiras, aterros e obras de terraplenagem.


